quinta-feira, 20 de setembro de 2012

OUTRA VIAGEM.



Como postei aqui "Viagem a Lua" de Méliès, acho legal também postar o "Viagem à Júpiter" de Chomón. O filme é de 1907, se não me engano, e é muito influenciado pelo filme de Méliès. Conta a história de um homem que decide viajar pelo espaço, dessa vez para Júpiter. Bem semelhando ao filme de Méliès, "Viajem à Júpiter" também passou pelo processo de colorização a mão, e também ganhou um trilha em 2008 composta por Xavier Pagès i Corella.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

VIAGEM NECESSÁRIA.



Assisti ontem essa versão restaurada e colorida de "Viagem à Lua" de Georges Méliès. Graças ao mestre Carlos Primati que apresentou o filme em um dos cursos que estou fazendo ministrado por ele. O filme que é de 1902 foi restaurado em 2011 com todos os cuidados, colorido e ganhou uma trilha envolvente e boa da banda Air. Confesso que gostei muito, ficou tão lindo quando o original. "Viagem à Lua" é o primeiro filme de ficção científica, e foi baseado no livro de Júlio Verne, e é difil dizer que não tenha influenciado uma leva de outros filmes no começo do cinema.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

OUÇA, O APITO DE DUQUESNE ESTÁ SOPRANDO.




Já não deve ser mais novidade, mais só vim ver sexta passada o vídeo da música do novo disco do Dylan.  O disco que parece que vai ser lançado dia 11 deste mês (um bom presente pra Setembro? Não, imagine), ainda não me caiu na internet, pelo que eu saiba. Ouvindo a música do clipe, dá pra notar a voz do Dylan bem mais rouca. De toda forma, ver um trabalho novo deste cara, é algo maravilhoso. Com 71 anos e ainda produzindo, é algo raro e bonito que só os mestres conseguem mesmo. "Tempest", é o 35.º álbum de estúdio de Dylan. Pelo que vi na internet, ele pouco falou sobre o disco, uma das coisas que disse foi que "Tempest" faz referencia ao Titanic, e que posivelmente teria uma participação de Leonardo Dicaprio no álbum.

O vídeo da música "Duquesne Whistle" foi dirigido por Nash Edgerton, que já tinha trabalhado com o cantor. O jornal The Guardian o achou "Tarantiniano". O Estadão o achou "Chapliniano", com uma dose a mais de violência. E eu o achei divertido, bem sacado. Valia só por ver Dylan inteirão com toda energia caminhando como chefe de uma turma maluca e estranha.

"Ouça o apito do Duquesne soprando/ Soprando como se carregasse meu mundo para longe/ Vou dar uma parada em Carbondale e seguir em frente/ O trem Duquesne me carregando noite e dia/ Você diz que sou um jogador/ Você diz que sou um cafetão/ Mas não sou nem uma coisa nem outra"