quarta-feira, 27 de outubro de 2010

VOYEUR.

Quem gosta de Rock, música eletrônica e cerveja, e não conhece o som que a banda Voyeur faz, não sabe o que está perdendo.



Formada pelos vocais de Ju Orange, as guitarras nervosas de Paulista e as programações electro de Paulino Nunes, a banda vinda de Recife tocou aqui em Fortaleza em duas apresentações na Feira da Música que aconteceu durante quase todo o mês de agosto deste 2010. Uma apresentação no Dragão do Mar e outra no Centro Cultural BNB.



E mesmo se apresentando em um horário não muito bom (13 horas de um sábado no BNB) o trio colocou para dançar mesmo quem estava sentado. Eu, que perdi a apresentação que fizeram por aqui ano passado no Festival Grito Rock, sabia que não podia perder o show deste ano.


Voyer, como eles mesmos dizem, é uma banda de “Electro + Rock + Beer + Rock + Electro + Beer + Rock + muita Beer mesmo!!!uma daquelas bandas que parece que já nasceram prontas para tocar em qualquer palco, e que com certeza agradaria muito gringo se tocasse fora do país.

Com o Ep “Little Sexy Love” que parece ter sido feito totalmente de maneira independente (onde é que tá uma gravadora decente e inteligente para colocar esses 3 para uma mídia maior?!), a Voyeur como já disse, mescla o bom e velho Rock and Roll com guitarras rasgadas e distorcidas com programações eletrônicas muito bem feitas, e um vocal provocativo da vocalista Ju Orange. No show que fizeram aqui, além de tocar as músicas do Ep e outras composições da banda, tocaram dois covers, “100%” do Sonic Youth e "I Wanna Be Your Dog" do The Stooges, esta, os integrantes fizeram algo que pensei que não poderia nunca ser feito, melhorar o que já era perfeito, recriando a música com um vocal feminino competente e ainda distorcendo mais as guitarras tão sujas que sempre foram da música. Gostei muito.

Capa do Ep Little Sexy Love

Paulista (Candeias Rock City) distorce na guitarra.

Pauliño Nunes (Júlia Says) nas programações ritmadas.

Ju Orange (Ampslina) desfocada na foto, manda muito bem nos vocais.

Para fechar a apresentação, a banda ainda mandou fechar as saídas e chamou o público para subir ao palco e dançar um funk safado e esperto.

Para quem gosta de música eletronica, Rock de primeira e cerveja boa e certeira, não pode deixar de escutar e ver uma apresentação da banda.



Para mais fotos, vai lá no Cajuzine.

domingo, 24 de outubro de 2010

LINKANDO HQS.

















Como já apareceu para ver e ler, andava enfatizando bastante a questão das proibições e cassações de blogs que disponibilizam scans na internet. Estava tentado postar no blog para meus 2 ou 3 leitores textos sobre o assunto que vinha encontrando nos blogs que acesso tanto para ler sobre HQ, quanto para pegar os quadrinhos. É uma tentativa de criar links, fazer uma ponte entre as coisas que gosto e os que outras pessoas podem gostar. Para mim, um grande barato desse negócio de blog é isso, trocar informações com pessoas que estão fazendo coisas bacanas no meio do mundo.

A tentativa de banimento dos blogs de quadrinhos foi e talvez ainda continue sendo um fato, e é legal ver que tanto existem pessoas nesse meio que não comentam nada sobre o assunto, quanto têm outros que não dão o braço a torcer e continuam. As scans na internet não vão acabar, a pirataria e distribuição de material e informação não vai acabar, abriram a porteira e para fechar, somente se fecharem esse negócio de internet, e assim paralisando meio mundo. Essa tentativa de acabar com comunidades no orkut que disponibilizam discos, blogs que disponibilizam hqs e o que mais existir, é só uma tentativa, e anos de trabalho digitalizando, traduzindo material, não vão acabar de uma hora para outra. Se fecharem um blog aqui, outro abre no outro dia com todo o lance para pegar. Que já se firmou a troca de material via internet pagando apenas o que você paga para seu provedor por mês, já foi há muito tempo, então o grande lance não é a tentativa de proibir, mas sim debater qual a melhor forma de fazê-lo.

Quando eu era moleque não existia esse negócio de computador. Até o período da adolescência não existia esse negócio de internet como é hoje. Computador era caro, e internet era só pra barão. Não é que não seja o mesmo nos dias de hoje, computadores continuam caros pra dedéu, às facilidades para dividir prestações é que melhoraram. O mesmo se diz para ter uma boa internet em casa. Mas o fato de existir uma lan house em quase cada esquina que se vai, cobrando 1 real por uma hora para você navegar pelo mundo, ajuda a galera que não tem. Então quando eu era moleque e até na adolescência, esse negócio de internet não rolava. Quando a molecada queria um disco, por exemplo, acontecia o que acontecia com todo mundo; tinha que juntar o dinheiro do presunto da merenda do colégio por muito tempo, e só assim ir à loja de discos que já tinha sido mais visitada que bar para papudo, e comprar o disco. Era uma sensação legal que se sentia nisso, e de uma forma eu sentia que a molecada digeria melhor as coisas e valorizava melhor também. Hoje em dia a facilidade para pegar qualquer disco é muito grande, e se escuta uma, duas, três músicas do disco, que já é colocado de lado por mais uma novidade. Esse é um mundo de novidades, e as pessoas esperam por isso. Então querer brecar o negócio agora em que o freio já quebrou faz é tempo é pura perca de tempo, só criam mais trabalho para a rapaziada criar novos blogs e postarem tudo de novo.

E é o que está acontecendo com os blogs de quadrinhos. Como eu já disse, quem curte quadrinhos curte mesmo, e se puder, compra tudo na banca de jornal. O grande problema é que não dá para comprar tudo. E unica exclusivamente porque quadrinho é caro demais. Todos os meses a quantidade de revistas e encadernados que chegam às bancas é gigantesca, e o mais barato que se pode esperar são os de 10 reais. E isso digo das revistas mensais, porque os encadernados não se encaixam dentro. É claro, HQ é um produto caro para se produzir, em uma revista que você compra está o roteirista, o desenhista, o arte finalista, o editor e muita gente envolvida. Então o papel tem que ser bom para que os desenhos fiquem bons, para que fique bom de pegar para quem compra. E que todos saiam contentes. O grande problema é que quem faz quadrinho e trabalha na área editorial tem a grana para se tornar colecionador. Mas quem não está dentro, bom, às vezes é meio difícil.


Todos os meses eu compro a Revista Vertigo. Depois que a Pixel Média acabou, quem acompanhava o que existia de melhor nos quadrinhos atuais ficou meio órfão, então a Editora Panini vendo que tinha um lance ali, comprou os direitos e estão mensalmente lançando títulos que já não podem faltar, como os arcos “novos” de Hellblazer, como coisas que ainda não conhecia como as histórias de Jason Aaron, Matthew Stuges... E estão fazendo um trabalho legal. Não sou um cara difícil de se agradar, só saber que posso todos os meses ler um quadrinho de qualidade, e por 10 contos, fico contente. Tudo bem que o papel da revista não é tão bom assim, mas se isso for para driblar o preço alto, fico com o papel do jeito que tá.

A Panini comprando os direitos do Selo Vertigo, estão tentando lançar e fechar os arcos de histórias que infelizmente a Pixel deixou. Então já foram lançadas as primeiras edições de “Y – O Último Homem”, “Congelado” de Hellblazer, “Preacher”, “Fábulas”, e coisas que me eram novas como “Os Perdedores” e coisas similares. Também o relançamento de “Transmetropolitam”, do grande Warren Ellis, e ainda histórias novas deste que é um dos melhores escritores de HQs dos tempos atuais.

Uma de minhas últimas aquisições em encadernado foi “Terra Sem Lei”, do grande Brian Azzarello. E é ótimo que tudo isso esteja chegando às bancas, porque é preciso. O grande problema é que tudo tem um preço, e HQ, sendo caro como é, para comprar, só se compra HQ, nada mais. Não existe bolso que agüente o preço de todas essas coisas todos os meses. Seria só comprar os gibis. Não rola espaço para um cinema, um livro, um lanche na lanchonete peba da rua de trás. É nesse momento que entram os blogs de scans, trazendo tudo aquilo que você quer consumir mais ainda não pode. Não quer dizer que você não vá, como já disse o texto do Kako, mas que no momento não pode ser.

Como o texto ficou extremamente longo e eu sei que ninguém vai ler, então vou partir para o que realmente importa, o links de blogs que deveriam ter terminado, mas que não o fizeram. Era para eu escrever um post para cada blog, assim separado, mas como todos estão fazendo ou fizeram coisas similares, vai aí um pequeno resumo dos blogs e os links, para que quem ainda não conhece poder ser feliz.

Links!!!

Actions and Comics

Já falei bastante da minha tristeza quando soube que o blog iria terminar. E realmente terminou. Ficou fechado por uns dias, mas ressurgiu da galera que não quer dar o braço a torcer. O novo Actions and Comics está de layout novo, e deve se dizer que mais bem organizado para encontrar os vários títulos que se pode procurar. No Actions você tanto encontra HQs da Marvel, DC, Vertigo, e o escambal. É link necessário para quem curte HQ. Também criaram o ARTE HQs, que não sei ao certo se será o sucessor do Actions, ou mais um blog disponibilizando material.

CyberPimentaHQ.

Também já falei do CyberPimentaHQ por aqui. Este é um blog exemplar que lançava também materiais muito variados. Também foi fechado por um tempo, mas voltou. Não sei ao certo se estão disponibilizando scans ou se só estão perfilando os títulos. Mas vale ficar de olho.

Rapadura Açucarada – A Rapadura do Eudes.

Quem procura HQ na internet e não conhece o trabalho de Eudes Honorato não tá procurando direito. O Rapadura do Eudes existe há bastante tempo, e nele o cara disponibilizou HQs das mais variadas. De quadrinhos da Marvel e por aí vai. Coisas antigas, filmes trashes e o que mais existia de cultura dos anos 80 e novidades. Ainda com as crônicas e os textos longos e bem humorados do Eudes, um cara que certa vês já escreveu em seu blog que não lia textos longos de outros blogs, mesmo escrevendo textos gigantescos. Esse texto aqui, por exemplo, mesmo que ele conhecesse esse blog, provavelmente não iria ler.

Do Rapadura, o Rapadura Man Eudes, que também é um das pessoas mais legais para seguir no Twitter sempre com comentários hilários e reflexões profundas, surgiram o fórum F.A.R.R.A., que se tornou A.R.R.A.F. depois de ter sido sacaneado, e continua por lá em ação. Depois de ter criado e terminado com o Papaya Selestial, Eudes criou o blog Supersônico à Carvão que não freqüento muito, mas que tá lá disponibilizando filmes antigos, e tem também o Uma Coisa Viva, atualizado mais que diariamente com muita foto boa de ver.

E depois de 3 páginas escritas no Word, sabendo que não serão lidas, ficam as dicas e os links dos blogs já tão conhecidos. Em outra hora passo deixando mais links em textos bem menores.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

UM CIDADÃO INSTIGADO.

Se existe uma banda que eu não gostava e passei a gostar do ano passado para cá, foi Cidadão Instigado. Nas primeiras vezes que escutei, não consegui pegar o som da banda, mas depois de certo tempo, me chegou, e muito bem.

Fernando Catatal é da terrinha, e é legal pensar que um dos caras que está fazendo um dos sons mais instigantes no cenário da música brasileira, andava pelas mesmas ruas da cidade em que ando, e estudava música em uma das universidades que tentei entrar. É legal e estranho pensar nisso, e que nossos caminhos nunca se encontraram vivendo nesta mesma cidade ilha, e nunca iriam se encontrar. Catatal, se não me engano (e sempre estou fazendo isso) estudou música na UECE, a Universidade Estadual do Ceará, não concluiu o curso e sartou fora do Forte Fortaleza com sua banda e trabalhando com outros ótimos músicos, como Vanessa da Mata, onde participou de alguns discos da cantora tocando suas guitarras. Assim foi e continua sendo (e espero que por muito tempo), Catatal faz as guitarras nas músicas do cantor Otto. E sendo um guitarrista extremamente experimental e inventivo, Catatal cria melodias com suas 6 cordas que vão do alucinógeno viajante ao raivoso, criando espaços e atmosferas únicas em cada canção que compõem, que pode ir do puro experimentalismo a algum regionalismo.

Com sua banda não é diferente. À frente do Cidadão Instigado, banda que já existe há 14 anos se não me engano, Catatal canta no palco do calmo e tímido ao raivoso, criando músicas com sonoridades incrivelmente e propositalmente bregas que lembram cerveja gelada sendo bebida em bares pé de chinelo acompanhadas por dor de cotovelo, como a música “Te Encontrar Logo” que abre o primeiro disco da banda; “E o Método Túfo de Experiências e “O Tempo” que fecha incrivelmente bem, disco de 2005 que ainda toca aqui no som de casa.

Em outras músicas a banda se mostra agressiva, como “Calma”, e experimental como “Os Urubus Só Pensam em Te comer” e “O Pobre dos Dentes de Ouro”, onde a banda usa toques eletrônicos mesclando com o velho e bom rock and roll. E quando se escuta Cidadão Instigado, a idéia que se tem é a criação de músicas para depois uma desconstrução. É como se eles compusessem canções para que depois de todo o trabalho feito, pegassem as músicas e as desconstruissem, criando mais trabalho, mas com resultados mais significantes e poderosos para quem ouve.

No momento a banda lançou seu 3° disco, que ainda não ouvi, mas que com certeza irei, porque o selo de qualidade de bom som está sempre colado numa banda corajosa de reinventar música em um país repleto de bandas e músicos preguiçosos e modistas, sempre sedentos por conselhos prontos de professores/produtores de gravadoras para transformar todas as músicas em uma só música, todos os cantores em um só cantor, todas as bandas na mesma banda.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ESCREVER É COISA DE VIADO!

Amigos, amigos, o que eu já vi acordado na minha cozinha eu caminhei em sonhos. O que eu já vi acordado apagou um monte de pesadelos que se transformaram depois em sonhos tamanho era o que foi visto. Valeu? Valeu, Aleluia. Mas a beleza a gente só experiência na vida e no corpo, nunca no mundo de sonhos. Este, um outro nome para onanismo. Engraçado, tem uns dias que eu acordo achando este negócio de escrever coisa de viado. Me lembro que um dia estava conversando com um amigo aí no Brasil, quando, depois de ter me mostrado raridades da literatura universal, um dos melhores papos que eu já tive, virei para ele, ainda meio tímido, e disse: “Quer saber, vou te falar uma coisa, acho que ninguém sabe disso, o que eu sempre sonhei ser na vida foi marinheiro, viajar por aí. Mas não deu, ainda”. Então ele virou e disse, ou citou: “A mesa do escritor é o seu navio”. Eu virei e falei: “Ah rapaz, não é não. Te dou certeza, não é não”. E bebi o melhor café da minha vida naquela tarde. Vez por outra volta esta idéia. A ação. Onde está? Eu não sou escritor (até porque não escrevo nem vivo disso, nem escrevo todos os dias), tenho certeza de usar a literatura para fins religiosos, psíquicos ou terapêuticos. Com a idade a gente vai se fortalecendo, então acontece o equilíbrio. Quando fortaleces o corpo e a mente o milagre se faz em liberdade, ser livre de precisar escrever. O contrário que muitos acham: “Porra, cara, tá louco, gostei para caralho do conto tal aquilo ali dava para virar filme e…”. E etc. Agradeço muito, têm uns contos, apenas alguns, que eu tenho certeza que aquilo ali vai demorar uns mil anos para reproduzir, modéstia à parte, eu sinto isso, mas a gente não deve dizer estas coisas da gente mesmo para ninguém, soa mal e é vergonhoso. Mas a libertação - este sentimento de não depender mais de nenhum vício -, a liberdade última está entre escolher o corpo ou a alma. Eu quero que a alma descanse em paz - e tudo nela é mental, escrever está aí. Está na hora de viajar, sair de casa, porra, me lembro do deserto, como é o sol se misturando naquilo, achando aquele relógio inglês pequeno, e um monte de outras coisas que só acontecem fora deste tal barco imaginário que rodopia e masturba sem sair do lugar. Ação. Esta é a única forma de felicidade, de experimentar o Nirvana antes do tiro, a Graça, o Hallelujah à Leonard Cohen. Muito boa esta consciência. Escrevemos uns livros aí. Fomos caras legais até na ilegalidade civil, religiosa, afetiva ou militar. Eu acho que a literatura me ajudou para cacete, mas o que me faz parar de fumar são estas trinta flexões de braço e o mapa preso na parede. Primeiro o corpo deve passar por todo este maltrato para depois com toda a força sobre-humana tornar-se a literatura e ultrapassá-la, então não há mais necessidade de se escrever porque já se é a ação verdadeira - a palavra se tornou o corpo mesmo, domíno total do universo controlado por Deus. Soldados. Não tem como, pelo menos para mim escrever algo mais, tudo que eu escrevi já foi escrito, a repetição é uma feiúra danada. Então, tentaremos uma outra coisa. Dar uma paradinha sem neura. Temos que ser honestos apenas com a gente mesmo. Como eu já disse uma vez: “O leitor é que se foda”. Porém, hoje, mais evoluído, eu corrijo: “… e o escritor também”.

Jorge Cardoso.
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Quando li pela primeira vez este texto no finado Fakerfakir, não posso deixar de dizer que fiquei impressionado. Em fim um escritor sem um grande ego. Em uma terra onde tantos escrevem e tem o ego maior que o possível talento, então um escritor sem um grande ego. Ainda não tinha lido “Sereias de Bengala”, mas este texto fez com que criasse admiração pelo escritor.

Bom, Jorge Cardoso está de volta, e em meio a um terremoto, Cardoso volta à ativa no mundo dos blogs em seu Blade Santa, e tem postado por lá assustadores contos novos, do que possivelmente virá a ser seu novo livro; “Criança Rezando”. Vale muito conferir os textos de Jorge.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

CULTIVANDO O DESAPEGO.

A colega escritora Anna K Lima que só vejo muito de vez enquando (assim como é com quase todo mundo) está disponibilizando alguns títulos bem bons de sua biblioteca particular, são 14 livros por só 10 reau cada. Eu já mandei segurar um pra mim. Quem tiver interesse na lista que vou colocar abaixo ou outras coisas, vem aqui no Blog Bazar de Garagem e entra em contato. Vaí aí a lista dos livros.

1. A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS, JOÃO DO RIO
2. A ARTE DA ENTREVISTA
3. A CAIXA PRETA, AMÓS OZ
4. A DIVINA COMÉDIA, DANTE
5. A TEUS PÉS, ANA CRISTINA CÉSAR
6. CARTAS PARA ALGUÉM BEM PERTO, FERNANDA YOUNG
7. CLUBE DOS CORAÇÕES SOLITÁRIOS, ANDRÉ TAKEDA
8. CONHECER UMA MULHER, AMÓS OZ
9. MACUNAÍMA, MÁRIO DE ANDRADE
10. ORLANDO, VIRGINIA WOOLF
11. OVELHAS NEGRAS, CAIO F. ABREU
12. PRIMEIRAS ESTÓRIAS, JOÃO G. ROSA
13. QUE É A LITERATURA?, JEAN-PAUL SARTRE
14. TUDO O QUE EU QUERIA TE DIZER, MARTHA MEDEIROS

domingo, 10 de outubro de 2010

CAJU ZINE.

A dupla que deveria ser incansável, mas que sempre se cansa muito no final (ou muito antes), até mesmo para escrever um texto decente para seu blog Cajuzine, foi conferir a exposição do artista Plástico José Patrício intitulada “O Número”, e tirou umas fotos tremidas e desreguladas. Segue lá fotos das obras de José Patrício que criou com dados e peças de dominó um tipo de jogo caótico em quadros e instalações.

Para quem ainda não sabe e os muitos outros que vão continuar sem saber, o Cajuzine é um blog onde também escrevo, ou melhor, deveria escrever, - se a preguiça e a falta do que falar não falassem mais alto -, com minha companheira J. Lopes.

Confira as fotos tremidas que saíram destas mesmas mãos que estão sem criatividade alguma para escrever algo que valha neste teclado.